

-Boas Vindas -
Um espaço para acolher dificuldades, cansaços e impasses que atravessam uma relação. Com escuta ética e presença, as histórias compartilhadas podem ser cuidadas e, aos poucos, encontrar novos caminhos. Aqui, a atenção se volta aos padrões de comunicação, às repetições que geram desgaste e aos sentimentos que pedem reorganização.
A terapia de casal acontece no tempo do encontro e do cuidado.
Terapia de casal
Toda relação pode se reinventar. Aqui, casais encontram um espaço seguro para dialogar, cuidar e criar novas formas de estar juntos.

Buscar terapia em casal é um gesto de coragem: um convite para olhar para a relação com mais cuidado, presença e escuta. Aqui, cada casal encontra um espaço seguro para dialogar, elaborar conflitos e fortalecer seus vínculos de maneira singular, ou seja, sem julgamentos ou modelos prontos de como uma relação “deveria ser”.
Minha clínica é inclusiva a todas as formas de amar e se relacionar: casais monogâmicos, relações abertas, não
monogâmicas, poliamor e outras configurações afetivas. Também acolho todas as sexualidades, identidades e expressões de sexo e gênero, reconhecendo que cada história de amor é única e merece respeito.

Conduzo este trabalho a partir da Não Monogamia Política como uma ética de cuidado relacional e não como um modelo a ser seguido. Atendo pessoas e vínculos em diferentes arranjos, monogâmicos ou não monogâmicos, respeitando as escolhas e acordos de cada relação. Nesse sentido, a Não Monogamia Política não é uma proposta de convencimento, mas uma lente clínica para analisar e transformar padrões relacionais que reproduzem controle, silenciamento e violências. A clínica se compromete a questionar imperativos
cis-heteronormativos e hierárquicos que atravessam os vínculos, especialmente aqueles que impactam mulheres e pessoas sexo-gênero-dissidentes.

Mais do que buscar soluções imediatas para os problemas, a terapia de casal aqui é um convite para criar novas formas de estar junto, abrindo caminhos para relações mais conscientes, livres e potentes.
O que isso tudo quer dizer?
Para quem é indicada?

✔ Casais que desejam fortalecer a comunicação e o vínculo;
✔ Relações atravessadas por conflitos recorrentes ou crises específicas;
✔ Pessoas que buscam explorar novas formas de se relacionar (monogamia, relações abertas, não monogâmicas, poliamor dentre outras);
✔ Casais que desejam compreender melhor as diferenças individuais e construir caminhos possíveis juntos;
✔ Parceires que querem refletir sobre a relação a partir de uma perspectiva ética, livre de normatividades que reproduzem violências.
O que você pode esperar desse espaço?

✔ Um ambiente seguro, de escuta e respeito, sem julgamentos;
✔ Acolhimento de todas as sexualidades, identidades e expressões de gênero;
✔ Reflexões sobre como os contextos sociais, culturais e políticos atravessam a vida do casal;
✔ Oportunidade de experimentar novos modos de dialogar, negociar acordos e cuidar do vínculo;
Um olhar inclusivo e político

Minha prática parte da Não Monogamia Política como Ética relacional, o que significa priorizar autonomia, responsabilidade afetiva e cuidado mútuo de todos nossos afetos - não só os românticos.
A clínica para casais é também um espaço de resistência: questiona e desconstrói os imperativos cis-heteronormativos que, muitas vezes, impõem formas únicas de viver o amor e geram sofrimento, especialmente sobre mulheres e pessoas gênero-dissidentes.

Como funciona na prática?
✔ Sessões online ou presencial em Campinas - SP, com duração aproximada de 50 minutos;
✔ Encontros semanais ou quinzenais, conforme a necessidade do casal;
✔ Atendimento em português, para brasileiros no Brasil e no exterior;
✔ Espaço flexível, que respeita o ritmo de cada casal e suas demandas singulares.

Objetivo do processo
Mais do que “resolver problemas”, a terapia para casais aqui é um convite para inventar novas formas de estar junto: mais conscientes, livres e potentes, alinhadas aos desejos e necessidades de cada parceria.

Um pouco sobre mim:
Sou Micheli, psicóloga formada pela UNESP-Assis em 2009 e com pós-graduação em Teatro do Oprimido, Processos Grupais e Psicologia Social. Atualmente faço outra pós, agora em Psicologia Política pela USP.
Desde 2010 venho construindo uma trajetória dedicada à clínica, aos grupos e às práticas que unem corpo, subjetividade e transformação social.
Ao longo dos anos, acompanhei casais e indivíduos em processos de cuidado e mudança, reunindo um repertório que atravessa tanto a clínica tradicional quanto dispositivos criativos como o Teatro do Oprimido e o Esquizodrama, o que amplia meu olhar sobre as diversas formas de sofrimento e criação.
Se vocês sentem que é tempo de cuidar do que dói, repensar caminhos ou criar novas formas de estar junto, estou à disposição para escutar. Entre em contato e agendem um acolhimento, será um prazer receber vocês.













