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Pride Parade

-Boas Vindas -

Um espaço para acolher o que dói, o que cansa e o que ainda não encontrou palavras. Com escuta ética e presença, suas histórias podem repousar e, aos poucos, criarmos novos caminhos.

Aqui, a escuta se volta ao que atravessa nossas vidas: às repetições que pedem pausa, aos afetos que buscam lugar. A psicoterapia em grupo acontece no tempo do encontro e do cuidado mútuo.

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Viver em uma sociedade marcada por desigualdades de gênero traz dores que não são individuais: elas são atravessadas por opressões históricas e sociais. Muitas vezes, essas experiências ficam silenciadas ou isoladas e o sofrimento se torna ainda mais pesado quando carregado sozinha, sozinhes...

Este grupo terapêutico foi criado para mulheres e pessoas gênero-dissidentes que desejam compartilhar suas vivências, reconhecer suas

Grupo Terapêutico Para Mulheres e Pessoas Gênero-Dissidentes

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forças e elaborar coletivamente estratégias de cuidado. Aqui, a clínica se encontra com a arte: utilizamos o Teatro das Oprimidas como dispositivo terapêutico, um laboratório que nos permite mapear opressões, dar voz às experiências e experimentar novas formas de existir no mundo.

Image by Masaaki Komori

por meio do Teatro das Oprimidas, entendido como um dispositivo terapêutico e político: um laboratório para nomear violências, mapear opressões, dar corpo à palavra e experimentar, juntas e juntes, outros modos possíveis de existir e resistir.

Minha função nesse espaço não é conduzir respostas prontas, mas sustentar um campo ético e sensível de escuta, onde cada vivência importa e onde o cuidado se constrói coletivamente. Acredito que há forças que só emergem no encontro, quando o sofrimento deixa de ser vivido em solidão e passa a ser elaborado em rede.

Se você sente o desejo de compartilhar sua história, fortalecer vínculos e criar estratégias de cuidado junto a outras pessoas, será um prazer te acolher nesse grupo.

Um pouco sobre mim:

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Sou Micheli, psicóloga clínica formada pela UNESP-Assis em 2009. Minha trajetória profissional nasce do encontro entre a Psicologia Social, os processos grupais e as práticas artísticas comprometidas com transformação social. Desde o início, meu interesse esteve voltado para as dores que não são individuais: aquelas que atravessam corpos, histórias e existências marcadas por desigualdades de gênero, raça, classe, corporeidade e sexualidade.

Minha formação em Teatro do Oprimido, processos grupais e Psicologia Social, somada à experiência na execução de Políticas Públicas e à minha pesquisa atual em Psicologia Política pela USP, sustenta uma clínica que reconhece o sofrimento como algo profundamente atravessado pelo social. Ao longo dos anos, acompanhei mulheres e pessoas gênero-dissidentes em espaços de escuta, cuidado e criação coletiva, onde a partilha rompe o isolamento e transforma a dor em potência de ação. Este grupo terapêutico nasce dessa trajetória e desse compromisso. Aqui, a clínica se encontra com a arte

Como funciona o grupo?

✔ Programa terapêutico com início, meio e fim, desenhado especialmente para esse público;

✔ Encontros quinzenais presenciais em Campinas - SP, em grupo, com número limitado de participantes e duração de 1h30min;

Plantões online intercalados com os encontros quinzenais para acolher demandas que desdobraram dos encontros presenciais;

✔ Atividades que combinam escuta, diálogo e práticas inspiradas no Teatro das Oprimidas;

✔ Espaço seguro, ético e inclusivo, onde cada voz importa.

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O que você pode encontrar aqui
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✔ Acolhimento coletivo: compartilhar suas experiências com outras pessoas que também vivenciam opressões de gênero;

✔ Reconhecimento: compreender que seu sofrimento não é individual, mas atravessado por estruturas sociais;

✔ Criação: experimentar, através do teatro, outras formas de lidar com situações de opressão;

✔ Fortalecimento: desenvolver recursos internos e coletivos para seguir em direção a uma vida mais autêntica e potente.

Por que participar?

Este grupo é um espaço terapêutico e político: além do cuidado subjetivo, ele se propõe a desconstruir imperativos cis-heteronormativos que produzem violência, sobretudo sobre os corpos das mulheres e pessoas gênero-dissidentes. É também um convite para criar, em coletivo, novas possibilidades de existir.​

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Inscreva-se e faça parte desta jornada.

Aqui, você não precisa caminhar sozinha — este é um espaço para se reconhecer, se fortalecer e reinventar junto com outras pessoas.

Image by Qingbao Meng

Depoimentos

V. (30a.) homem cis, branco, homossexual, farmacêutico.
print de depoimento 5 estrelas do cliente V "Faço psicoterapia com a Micheli há mais de 5 anos e só tenho coisas positivas a pontuar, me ajudou muito em diversos momentos difíceis e situações da vida nas quais adoeci. Extremamente dedicada, comprometida e experiente, possui anos de sólida bagagem prática, recomento demais"
print de depoimento 5 estrelas da cliente E " Fazer terapia com a Micheli é transformador! Escuta ativa, trocas, celebrações, desafios, todas as situações que vivenciei com ela foram surpreendentes!! O autoconhecimeto é um processo delicado que bem acompanhada faz toda a diferença. Confiar no processo é a melhor parte! Gratidão Mi!"
E. (32a.) mulher cis, branca, bissexual, arquiteta.
print do depoimento 5 estrelas da cliente P "Durante meu período mais turbulento, foi a Micheli que esteve ao meu lado, sendo escuta, acolhimento e me auxiliando em reflexões e atitudes importantes. Excelente profissional! Recomendo muito!"
P. (30a.) mulher cis, branca, heterossexual, professora.
print de depoimento 5 estrelas da cliente D"Ao mudar de país, senti a necessidade de retomar a terapia e iniciei o processo com a Micheli, que me acolheu em um período em que me encontrava deprimida e ansiosa. Com sua escuta ativa e suas reflexões, Micheli esteve ao meu lado, me ajudando a lidar com as dificuldades emocionais que enfrentei nos últimos dois anos. Reconheço o quanto evoluí, tanto em mudar o padrão negativo dos meus pensamentos quanto em me acolher, permitindo-me viver de forma mais leve. Recomendo muito seu trabalho!"
d. (29a.) mulher cis, amarela, heterossexual, engenheira.

Perguntas Frequentes

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1. Preciso ter experiência em teatro para participar?

Não. O grupo não exige nenhuma experiência prévia em teatro. O Teatro das Oprimidas será usado como ferramenta terapêutica e de experimentação, e cada atividade é adaptada para o conforto e o ritmo do grupo.

2. Como funciona o grupo?

O grupo é presencial em Campinas - SP, com encontros quinzenais em horário fixo. Ele tem um programa estruturado com início, meio e fim, desenhado para acompanhar o processo de cada participante.

 

3. Quanto tempo dura o programa?

A duração total é de aproximadamente 3 (três) meses, garantindo tempo para vivenciar o processo coletivo de forma cuidadosa e completa.

 

4. Quem pode participar?

Este grupo é destinado a mulheres e pessoas gênero-dissidentes que desejam refletir, compartilhar vivências e fortalecer-se coletivamente diante das opressões de gênero.

5. O que vou encontrar nesse espaço?

  • Um ambiente seguro, ético e inclusivo;

  • Oportunidade de compartilhar suas vivências com pessoas que enfrentam desafios semelhantes;

  • Práticas do Teatro das Oprimidas para mapear e ressignificar experiências de opressão;

  • Acompanhamento clínico grupal e mútua ajuda das/es participantes durante todo o percurso.

6. Como faço minha inscrição?

Basta clicar no botão “Quero participar” nesta página para receber o formulário de inscrição. Conversaremos sobre suas demandas, confirmar sua vaga e alinhar os próximos passos.

7. O que preciso para participar?

  • Roupas confortáveis e disponibilidade de tempo para investir em si mesma/e;

  • Interesse em investigar as opressões de gênero registradas em seu corpo;

  • Abertura para o trabalho grupal e práticas de mútua ajuda.

Textos e Reflexões

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